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terça-feira, 7 de junho de 2011

Hidroponia - Técnicas especiais de Cultura



O Cultivo de plantas ornamentais e hortaliças pode ser feito em pequenos espaços, em recintos fechados ou não, e com a utilização de técnicas especiais, que garantem bons resultados. Uma dessas técnicas é a hidroponia e a outra é a cultura em estufas.
Cultivo de alface pela técnica da hidroponia

            A hidroponia, como o próprio nome sugere, é a cultura sem solo, em que as plantas crescem com suas raízes imersas em uma solução aquosa, contendo os sais minerais necessários. Elas podem se apoiar em uma tela ou outro suporte que permita a circulação constante da solução nutritiva pelas raízes e que garante, também, a aeração. Essa técnica permite realizar o cultivo de inúmeras plantas em locais de solo sem nenhuma fertilidade, podendo ser realizada ao ar livre ou em estufas.

As estufas mantém condições ideais para o crescimento de mudas e flores

            As estufas são construções fechadas, com paredes e teto transparentes ou translúcidos, para que a fotossíntese se realize. As principais vantagens das estufas são a possibilidade de controle da umidade, ventilação e temperatura, além da maior facilidade para combater doenças e impedir o ataque dos insetos. Elas são especialmente úteis para produção de flores e de mudas para reflorestamento, pomares e jardins.


Bibliografia: PEZZI, A; GOWDAK, D. O; MATTOS, N. S. BIOLOGIA Seres Vivos, Anatomia e Fisiologia Humanas, Editora FTD, Coleção Biologia - Volume 2, 1º Edição, São Paulo/2010. 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Relação dos Seres Vivos


RELAÇÃO dos SERES VIVOS

Em um ecossistema, os seres vivos não são independentes, ou seja, mantêm entre si relações que contribuem para a manutenção do equilíbrio da comunidade. Algumas dessas relações são benéficas, chamadas também de harmônicas, em que os seres vivos recebem algum tipo de vantagem Outras, porém, são prejudiciais, as desarmônicas, e podem acarretar inclusive a morte dos indivíduos envolvidos.
Quando as relações ocorrem entre indivíduos da mesma espécie, são ditas intraespecíficas. Quando entre indivíduos de espécies diferentes, interespecíficas.



RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS

MUTUALISMO
Benefício mútuo; no mutualismo as espécie beneficiadas não podem viver separadamente à associação obrigatória.

Ex: Líquens (algas e fungos); Cupins e protozoários; Ruminantes e bactérias;
Plantas leguminosas e Rhizobium;



PROTOCOOPERAÇÃO
Benefício mútuo; porém as espécies beneficiadas podem viver separadamente à associação NÃO – obrigatória.

Ex: Paguro e anêmona; Jacaré e pássaro palito; Agentes polinizadores



COMENSALISMO
Benefício à uma das espécies; eles se alimentam de restos “sobras” alimentares do outro, sem causar qualquer prejuízo.
    Fonte: http://www.escolakids.com/


 Ex: Rêmoras e Hienas

INQUILINISMO
Um ser vivo procura abrigo no outro; sem causar prejuízo ou benefício

 Ex: Peixe Palhaço e Hidra

INQUILINISMO – nos vegetais – é chamado de EPIFITISMO
Comum nas orquídeas e bromélias que vivem sobre galhos das árvores a fim de obter mais luz. Em alguns casos, em que as condições se tornam desfavoráveis, as orquídeas emitem haustórios (raízes sugadoras parasitas). Por esse motivo, a relação passa a ser uma forma de parasitismo


FORESIA
Um organismo que transporta outro;

 Ex: Carrapichos; Agentes que transportam grãos de pólen.


SINFILIA
Um organismo se alimenta da secreção de outros.
Ex: Formigas e pulgões


Ex: Formigas e pulgões 


PREDATISMO
Animais carnívoros matam e devoram outros animais.



HERBIVORISMO
Animais herbívoros devoram plantas inteiras ou parte delas.


 Ex: Gado


PARASITISMO
Indivíduos vivem às custas dos outros, causando prejuízo, geralmente sem levar a morte.



COMPETIÇÃO INTERESPECÍFICA
Seres de espécies diferentes competem pelo mesmo alimento e território.

EX: Florestas



AMENSALISMO
Indivíduo libere uma substancia que inibe o desenvolvimento da outra.

Ex: Pinheiros e eucaliptos



ESCLAVAGISMO
Um organismo escraviza o outro.

EX: Espécies de formigas que capturam larvas de outros formigueiros, para que mais tarde as mesmas realizem trabalho no seu habitat.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cadeia Alimentar


Introdução

Dentro da cadeia alimentar ocorre a transferência de energia e nutrientes que segue a seguinte ordem: produtores (plantas), consumidores (animais herbívoros e carnívoros) e decompositores (fungos e bactérias).

Entendendo o funcionamento da cadeia alimentar

No que diz respeito aos nutrientes, este transporte é finalizado quando eles retornam aos produtores (processo facilitado pelos decompositores) podendo ser reaproveitados na forma de compostos mais simples. No caso da energia, esta não pode ser reaproveitada.

O primeiro nível da cadeia alimentar é formado por seres autotróficos (produtores) que sintetizam a matéria orgânica a partir de substâncias minerais e convertem a energia luminosa em energia química. Fazem parte deste primeiro nível as plantas verdes, as cianofíceas e algumas bactérias que realizam a fotossíntese.

Os demais níveis são formados por seres heterotróficos. Ao contrário do primeiro nível, estes seres não são capazes de produzir sua própria energia, por isso, eles necessitam de substâncias orgânicas produzidas por outros organismos. Fazem parte deste grupo todos os animais (herbívoros e carnívoros) e os decompositores (fungos e bactérias).



Os herbívoros pertencem ao segundo nível da teia alimentar. Estes animais são conhecidos como consumidores primários, pois se alimentam diretamente dos produtores.


Os carnívoros são seres vivos que se alimentam de outros animais. O carnívoro que se alimenta do animal herbívoro, é chamado de consumidor secundário.

Os decompositores são seres que se alimentam de matéria morta e excrementos. Eles possuem uma função muito importante dentro do ecossistema, pois transformam as substâncias orgânicas em substâncias minerais, sendo que estas, servirão novamente de nutrientes para os produtores como as plantas verdes.

Seres Vivos


Introdução
Todos os seres vivos são formados por células, necessitam de alimento, precisam respirar, são capazes de se reproduzir e possuem uma composição química formada por substâncias orgânicas e inorgânicas. As substâncias orgânicas são produzidas somente por seres vivos. São elas: proteínas, lipídeos, carboidratos, ácidos nucléicos e vitaminas. As inorgânicas estão presentes na natureza e podem ser encontradas em elementos como o solo, rocha, etc. A água e os sais minerais (CA, I, Fé, Na, etc.) são excelentes exemplos deste tipo de substância. A água tem destaque na constituição química de todos os seres vivos, ela representa de 75 a 85% de sua constituição. Ela é indispensável à vida e sua carência leva a dificuldade e, até mesmo, a impossibilidade do organismo realizar os transportes necessários ao seu equilíbrio e manutenção. De acordo com seu tipo de célula, os seres vivos podem ser procariontes (com membrana celular, citoplasma e nucleóide) ou eucariontes (com membrana celular, citoplasma e núcleo). São seres procariontes: as bactérias, as algas azuis ou cianofícias. São eucariontes: os fungos, as plantas e os animais. Quanto a sua classificação, os seres vivos estão atualmente divididos em cinco reinos:

1. Reino Metazoa ou Animalia : composto por organismos pluricelulares e heterótrofos (não são capazes de produzir sua própria energia). Fazem parte deste grupo: animais invertebrados, vertebrados, aves, mamíferos, inclusive o homem.

2. Reino Metaphyta ou reino Plantae: seres pluricelulares que possuem células revestidas por uma membrana de celulose e que são autótrofos (capazes de produzir sua própria energia). Fazem parte deste grupo: vegetais inferiores (algas verdes, vermelhas ou marrons), vegetais intermediários (ex. samambaia) e vegetais superiores (plantas).

3. Reino Monera: composto por organismos unicelulares (formados por uma única célula) e procariontes (células que não possuem um núcleo organizado). Fazem parte deste reino: as bactérias e algas azuis ou cianobactérias (antigamente eram consideradas como vegetais inferiores).

4. Reino Fungi: composto por seres eucariontes (núcleo organizado e individualizado) que podem ser uni ou pluricelulares. Fazem parte deste reino: os fungos elementares e os fungos superiores (antigamente eles eram classificados como vegetais inferiores).

5. Reino Protista: formado por seres unicelulares e eucariontes. Estão presentes neste reino: protozoários (giárdias, amebas, tripanossomas) e algas inferiores ou eucariontes. OBSERVAÇÃO: Os vírus não possuem classificação definida pois passam a realizar funções vitais somente após invadir a estrutura celular, seqüestrando os componentes que a célula necessita para formar novos vírus.