quinta-feira, 24 de agosto de 2017

6º Ano - Capítulo 17 - Pressão e Gravidade

Sistema de Ensino Universitário
6º ano - 3ª Bimestre
Manual do Professor
Exercícios do Capítulo 17: Pressão e Gravidade
Pg. 22 à 24 da apostila do aluno.




1) Na situação B.

2) Quando aspiramos o ar de um canudinho, para que o líquido suba por ele, estamos diminuindo a pressão do ar em seu interior. Logo, a pressão atmosférica na superfície do líquido empurra-o pelo canudinho acima.

3) Por que um dos furos serve para a entrada de ar, facilitando a saída do suco.


4) Não, os barômetros funcionam medindo as variações da pressão atmosférica. Como na lua não há atmosfera também não temos pressão.

5) a) Felipe, pois a medida que subimos a pressão diminui. A cada 100 m de altitude a pressão diminui 1 cm. Logo ele escalou 1400 m. 76 cm é a pressão ao nível do mar. O barômetro marcou 62 cm.
76 - 62 = 14 cm
14 * 100 = 1400 m

b) Carlo escalou - 800 m; Pedro escalou - 300 m


6) Marcaria também 72 cm, porque o que importa é a altura e não a largura do tubo.

7) Pintar a figura B. A medida que nós afastamos do nível do mar o ponto de ebulição diminui.

8) À medida que o balão foi subindo, a pressão atmosférica foi diminuindo e, por isso, seu volume foi aumentando.

9) Resposta pessoal. É importante dizer que La Paz, capital da Bolívia é localizada em grande altitude, por esse motivo a pressão é menos, isto é, a quantidade de ar é menor e a bola rola mais rápido.



sábado, 27 de dezembro de 2014

Phylum Echinodermata

INTRODUÇÃO
Phylum Echinodermata é um dos mais facilmente reconhecíveis do Reino Animal. Os representantes mais comuns são as estrelas-do-mar, os ouriços-do-mar e as bolachas-do-mar. São conhecidos aproximadamente 6 200 espécies, todas marinhas e com hábitos bentônicos (relação com o fundo do oceano).
Os equinodermos apresentam características em comum com os cordados, acreditando-se que se tenham originado de um ancestral comum. São, portanto, considerados os invertebrados mais evoluídos da escala zoológica.
A maioria dos equinodermas possui um tamanho médio. A maior estrela-do-mar atinge 90 cm de diâmetro, é o caso da Pycnopodia helianthoides (estrela-do-mar-sol) que vive na Costa do Pacífico da América do Norte.
Pycnopodia helianthoides
Fonte: www.wallawalla.edu
Ao contrário dos crustáceos e moluscos, poucos equinodermos são utilizados como alimento para o ser humano.
CARACTERÍSTICAS GERAIS
  • Exclusivamente marinhos;
  • Espinhos na pele;
  • Triblásticos;
  • Celomados do tipo enterocélicos;
  • Deuterostômios;
  • Acéfalos;
  • Livres ou fixos;
CLASSIFICAÇÃO
Neocrinus-decorus
Lírio-do-mar (Neocrinus decorus)
 
star-fish_David doubilet
Estrela-do-mar (by National Geographic)
Ouriço-do-mar, Description: Sea Urchin (Diadema antillarum). Canary islands, Atlantic Ocean. Code: B16-385398 Collection: age fotostock User license: Rights Managed Photographer: Juan Carlos Calvin
Ouriço-do-mar, Description: Sea Urchin (Diadema antillarum). Canary islands, Atlantic Ocean. Code: B16-385398 Collection: age fotostock User license: Rights Managed Photographer: Juan Carlos Calvin

Pepino-do-mar; Description: Sea Cucumber, tank specimen N. Queensland, Australia. Code: AAM-AAES01545 Collection: Animals Animals User license: Rights Managed Photographer: Steven David Miller
Pepino-do-mar; Description: Sea Cucumber, tank specimen N. Queensland, Australia. Code: AAM-AAES01545 Collection: Animals Animals User license: Rights Managed Photographer: Steven David Miller


Bolacha-da-praia; Description: Keyhole Urchin, Sanddollar (Mellita quinquiesperforata), on beach, Sanibel Island, Florida, USA. Code: IBR-1017431 Collection: imageBROKER User license: Rights Managed Photographer: Rolf Nussbaumer/imageBROKER
Bolacha-da-praia; Description: Keyhole Urchin, Sanddollar (Mellita quinquiesperforata), on beach, Sanibel Island, Florida, USA. Code: IBR-1017431 Collection: imageBROKER User license: Rights Managed Photographer: Rolf Nussbaumer/imageBROKER


Serpente-do-mar, Description: Brittle star (Pectinura maculata) on sea lettuce. Port Pegasus. Stewart Island. New Zealand. South Pacific Ocean. Code: F71-535074 Collection: age fotostock User license: Rights Managed Photographer: Ross Armstrong;
Serpente-do-mar, Description: Brittle star (Pectinura maculata) on sea lettuce. Port Pegasus. Stewart Island. New Zealand. South Pacific Ocean. Code: F71-535074 Collection: age fotostock User license: Rights Managed Photographer: Ross Armstrong;


TEGUMENTO E ESQUELETO:
Representando o Filo Echinodermata, usaremos como exemplo o ouriço-do-mar (Toxopneustes elegans) - abaixo:
Ouriço-do-mar; Description: FLOWER URCHIN - TOXIC (Toxopneustes elegans). Code: MEV-10767350 Collection: Mary Evans Picture Library Ltd User license: Rights Managed Photographer: © Ron and Valerie Tay
Ouriço-do-mar; Description: FLOWER URCHIN - TOXIC (Toxopneustes elegans). Code: MEV-10767350 Collection: Mary Evans Picture Library Ltd User license: Rights Managed Photographer: © Ron and Valerie Tay

Ele possui toda superfície externa do corpo coberta por espinhos, extremamente rígidos, porém podem se mover lentamente, devido aos músculos existentes na base deles. Entre os espinhos, existem as pedicelárias, pequenas estruturas em forma de pinça utilizadas para manter a superfície do corpo livre de detritos ou de pequenos organismos.
pés ambulacrários; Species (Asterias rubens) Code: SPL-C004-3832 Collection: Science Photo Library User license: Rights Managed Photographer: SCIENCE PHOTO LIBRARY
pés ambulacrários; Species (Asterias rubens) Code: SPL-C004-3832 Collection: Science Photo Library User license: Rights Managed Photographer: SCIENCE PHOTO LIBRARY
Os pés ambulacrários são projeções tubulares, longas e delicadas, relacionadas principalmente com a locomoção do animal.
Abaixo da epiderme encontra-se o endoesqueleto de origem mesodérmica, composto de inúmeras placas calcárias firmemente unidas entre si. Com o objetivo de preparar um esqueleto para estudo, coloca-se um ouriço-do-mar em um recipiente contendo solução de soda cáustica (os espinhos caem e todos os órgãos internos, a epiderme e os músculos são destruídos), lava-se e deixa-se secar ao sol.
Description: Zoology - Echinoderms - Snake brittle star (Ophioderma longicauda), close-up. Code: DAE-11069161 Collection: De Agostini Editore User license: Rights Managed Photographer: DEA / P DONNINI
Description: Zoology - Echinoderms - Snake brittle star (Ophioderma longicauda), close-up. Code: DAE-11069161 Collection: De Agostini Editore User license: Rights Managed Photographer: DEA / P DONNINI / Page: http://www.agefotostock.com/en/Stock-Images/Rights-Managed/DAE-11069161


Editando mais informações sobre: Sistema Digestório, respiratório, circulatório, excretor, nervoso, aquífero e reprodutor - Aguarde!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Herança influenciada pelo sexo

Certos genes, mesmo não localizados em cromossomos sexuais, expressam-se de forma diferente em machos ou em fêmeas. Isso se deve, em muitos casos, à presença de hormônios sexuais em concentrações diferentes nos dois sexos. Veja o caso da calvície. O alelo que expressa essa condição funciona como dominante nos homens, bastando uma cópia para causar a calvície; nas mulheres, age como recessivo, sendo necessário estar em homozigose para que o caráter apareça. Observe o quadro:


Outro exemplo de herança influenciada pelo sexo é a presença, em alguns indivíduos do sexo masculino, de pelos nas orelhas (fenômeno denominado hipertricose auricular). O gene responsável pela característica está localizado em um autossomo, e não no cromossomo Y, como se pensava antigamente.

O indiano Radhakant Bajpai, cultiva os famosos pelos desde os 18 anos. Hoje com 58, a "cabeleira" chega a incríveis 25 cm.


Referência Bibliográfica: CÉSAR; SEZAR & CALDINI, César da Silva Júnior, Sezar Sasson, Nelson Caldini Junior, BIOLOGIA 3, Editora Saraiva, 10º edição, São Paulo, 2013

Imagens: Reprodução - DailyMail, g1.globo, google.com






quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Metabolismo

Toda célula contém um conjunto de substâncias que participam de reações químicas vitais. Algumas delas são utilizadas na transferência de energia empregada em todos os processos orgânicos. Outras são "desmontadas" e seus componentes são utilizados na "produção" das moléculas necessárias ao funcionamento e crescimento celulares.
 
Toda essa atividade de transformação química constitui o metabolismo celular. Em outras palavras, o metabolismo (do grego metábole, "mudança", "transformação") pode ser definido como o conjunto de reações químicas que ocorre em organismos vivos relacionadas à manutenção da vida.
 
As reações que constituem o metabolismo podem ser separadas em dois grupos:
 
  • Catabolismo ou reações de degradação e quebra, quando ocorre a decomposição, o "desmonte" de moléculas, com liberação de energia;
  • Anabolismo ou reações de síntese e produção, em que são formadas moléculas complexas a partir de outras mais simples, com absorção de energia
Ou seja, o catabolismo é o conjunto das reações exotérmicas das células e que formam moléculas menores e mais simples. E o anabolismo é o conjunto das reações endotérmicas que ocorrem nas células e formam moléculas mais complexas. De modo geral, anabolismo e catabolismo ocorrem juntos dentro das células (veja no esquema abaixo).
 
Esquema representando o metabolismo celular.
 
Um exemplo de catabolismo é a degradação de moléculas de glicose no interior das células humanas, liberando energia. Essa energia pode ser direcionada para a síntese de outras substâncias (anabolismo). Um exemplo de anabolismo é a síntese de proteínas nas células musculares, com aumento da massa muscular, em resposta à atividade física.
 
Referência Bibliográfica: Obra Coletiva, repons. Tereza Costa Osorio, Biologia, ser protagonista, 1ª ano do ensino médio, editora SM, 2ª edição, 2013, São Paulo. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ATIVIDADE 2.2

Navegando em busca do conceito de hipertexto

Ao navegar orientado pela palavra chave “o que é hipertexto”, fez com que passássemos por vários links o que veio facilitar nossa pesquisa, e enriquecer o nosso conhecimento sobre o tema, segundo a Wikipédia, Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.
Nessa tarefa, não apenas respondemos a pergunta “o que é hipertexto”, mas acima de tudo tivemos a oportunidade de construímos um conceito próprio sobre o tema e viajar por diversos links, onde na variedade de sites encontrados na rede, destaca-se a importância da cautela ao trabalhar pesquisas com alunos e conhecimento para saber orientar as atividades de forma que os educando não se percam pelo caminho, desviando do objeto proposto inicialmente.

Ao final, podemos concluir que na busca pelo conceito de hipertexto encontramos coisa inesperadas, totalmente distante do que pesquisamos, por isso, a importância de saber voltar e retomar o caminho traçado para os trabalhos, selecionando e enumerando os principais pontos do que se leu durante a navegação pela web, para finalmente construir um conhecimento sobre o tema apresentado com base em publicações de sites e autores reconhecidos.

quinta-feira, 15 de março de 2012

ISQUIÁTICO


Problemas no nervo isquiático

O isquiático (anteriormente denominado ciático) é o nervo de maior diâmetro do corpo humano. Ele se origina na região inferior da medula espinal, desce pela parte de trás da coxa e, um pouco acima da articulação do joelho, ramifica-se em dois nervos que, por sua vez, se ramificam outras vezes, atingindo a pele e os músculos dos pés e da parte inferior da perna. Há um nervo isquiático do lado direito e outro do lado esquerdo do corpo.

Acidente com objeto perfurante ou cortante, queda, hérnia de disco ou injeção na nádega incorretamente aplicada podem fazer com que o nervo isquiático seja pressionado ou rompido, total ou parcialmente. Nesse caso, o individuo poderá sofrer dores na perna, perder a sensibilidade nela, não conseguir dobrar o joelho e perder os movimentos do pé e da parte inferior da perna. Dependendo da causa do problema, existe a possibilidade de resolvê-lo por meio de cirurgia. Porém, quando há lesão no nervo, a recuperação em geral não é completa, pois o tecido nervoso não se regenera completamente.


Referência Bibliográfica: CANTO, E. L., Ciências Naturais, Aprendendo com o Cotidiano, PNLD 2011-2013, Editora Moderna, 304 pg, 3º Edição, São Paulo, 2009.





O que é apêndice?


As vezes acontece de microorganismos causarem infecções no apêndice vermiforme, uma pequena estrutura, semelhante em tamanho a um dedo mínimo, localizada onde acaba o intestino grosso (veja a baixo). Essa infecção provoca dor e inflamação. O distúrbio é  conhecido como apendicite.

Em casos de apendicite, os médicos freqüentemente optam por uma cirurgia para eliminar o apêndice, pois muitas complicações podem surgir caso a infecção se espalhe para outros órgãos.



Referência Bibliográfica: CANTO, E. L., Ciências Naturais, Aprendendo com o Cotidiano, PNLD 2011-2013, Editora Moderna, 304 pg, 3º Edição, São Paulo, 2009.


quarta-feira, 7 de março de 2012

FUNÇÕES DO FÍGADO


Conheça algumas das funções desempenhadas pelo fígado.


 O fígado é um órgão extremamente importante para a manutenção da saúde do organismo humano. Algumas das funções hepáticas (isto é, do fígado) são:


·         Produção da bile, que emulsifica óleos e gorduras e facilita a ação de enzimas digestivas que atuam sobre eles;
·         Armazenamento de glicose, transformando-a em uma substancia chamada glicogênio (isto é feito quando a concentração de glicose no sangue está muito alta);
·         Produção de glicose a partir de lipídios e proteínas, quando a concentração de glicose no sangue está muito baixa (esse processo, a gliconeogênese, é importante sobretudo para os neurônios, que são muito dependentes da glicose para a respiração celular);
·         Transformação de substâncias tóxicas, tais como álcool, drogas e medicamentos, em substâncias que podem ser excretadas na urina;
·         Produção de algumas proteínas que compõem a parte líquida do sangue (plasma) – entre elas, algumas envolvidas na coagulação do sangue;
·         Armazenamento de uma reserva de alguns minerais (ferro, cobre) e de algumas vitaminas (A, B12, D, E e K).


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

BURACOS DE MINHOCA


Buracos negros são um perigoso transporte. Além dos perigos do “efeito espaguete” e das colisões com singularidades, o túnel que liga um buraco negro a outro universo só fica aberto por pouco tempo e, depois, entra em colapso. Mas pode haver uma alternativa, apesar de, no memento, ser apenas teórica. Um dia os cientistas terão condições de anular a fúria de um buraco negro usando a antigravidade – o oposto da gravidade – para criar um buraco de minhoca. Ele tem duas bocas, conectadas por um túnel que atravessa o espaço curvo. Ao contrário do horizonte de eventos de um buraco negro, a boca de um buraco de minhoca possibilita o tráfego bidirecional: pode-se entrar e sair. Além disso, um buraco de minhoca também possui a grande vantagem de conectar diferentes partes do nosso Universo, oferecendo um atalho seguro entre os dois lugares distintos.




Um pequeno passo dentro de um buraco de minhoca

Estamos no século XXV. No centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, um cientista da NASA prepara-se para trabalhar, mas não utilizará um foguete. Há séculos, ninguém os utilizava. Por isso, a esquadra de astronaves da NASA há muito tempo está estacionada na pista alcatroada, como um memorial da curiosa época dos foguetes. O cientista veste seu traje especial – e entra pela abertura do Buraco de Minhoca Kennedy, construído especialmente para essa atividade e revestido com materiais antigravitacionais. Esse “pequeno passo para um homem” realmente representa um salto enorme. Entrando pela abertura, o cientista é transportado para um outro mundo.

Idéia em uma viagem de carro
Kip Thorne, um físico americano, foi a primeira pessoa a sugerir, em 1985, que buracos de minhoca poderiam ser utilizados em viagens espaciais. O astrônomo Carl Sagan pediu a ele que o ajudasse em seu romance Contato e Thorne solucionou o problema durante uma viagem de carro. Sagan planejava que a heroína de seu livro fosse transportada para estrela Veja (a uma distância de 26 anosluz) através de um buraco negro. Na metade do caminho, Thorne concluiu que a única maneira segura de faze-lo seria através de um buraco de minhoca.


Kip Thorne inventou o buraco de minhoca, mas a sociedade precisará estar muito mais avançada do que a nossa para construir um.


Breves Passagens

Um buraco negro oferece uma rota instável entre nosso Universo e outro. Após a formação do buraco negro (à esquerda), ele se conecta brevemente a outro universo (centro), mas o túnel inevitavelmente desmorona (à direita). Ele pode até se fechar prematuramente se, por exemplo, for perturbado pelo movimento de um astronauta que tente atravessá-lo.



Como Manter um Buraco de Minhoca aberto usando a Antigracidade

O túnel formado entre as duas bocas de minhoca é estável: ele não saíra do lugar. Porém, como podemos ter certeza de que o túnel permanecerá aberto? Segundo Kip Thorne, o segredo é revestir as paredes do túnel com um tipo de material exótico que as conserve separadas. No lugar da gravidade, esse material utilizaria a antigravidade, que repele tudo para longe de si. Thorne acredita que, um dia, uma sociedade extremamente avançada desenvolverá a tecnologia para criar material antigravitacional.





Fonte Bibliográfica: COUPER, H. & HENBEST, N, BURACO NEGROUma viagem ao centro de um buraco negro – um dos maiores mistérios do Universo. Editora Moderna, 1º Edição, São Paulo – 1997.

sábado, 13 de agosto de 2011

O que são veias varicosas?


Se as válvulas venosas ficam fracas e não impedem completamente a volta do sangue, o sangue que retorna provoca aumento da pressão exercida sobre a parede interna das veias. Com o tempo, isso pode deixar as veias anormalmente dilatadas e tortuosas, situação chamada de veias varicosas.
O problema é mais comum em idosos. Também pode ocorrer na gravidez ou por causa da obesidade. Quando existe, costuma ser bem visível também em outros locais do corpo, tais como a parte inferior do estômago e o ânus. Nesse último caso, recebem o nome de hemorroidas.
As válvulas venosas fracas e as veias varicosas fazem com que o movimento muscular não seja eficiente para auxiliar o bombeamento do sangue de volta ao coração, o que pode conduzir a outros problemas, como, por exemplo, o inchaço de pés e tornozelos.


Bibliografia: CANTO, E. L.; Ciências Naturais, Aprendendo com o Cotidiano, Editora Moderna, 3º Edição, 304 pg, São Paulo, 2009

terça-feira, 7 de junho de 2011

Hidroponia - Técnicas especiais de Cultura



O Cultivo de plantas ornamentais e hortaliças pode ser feito em pequenos espaços, em recintos fechados ou não, e com a utilização de técnicas especiais, que garantem bons resultados. Uma dessas técnicas é a hidroponia e a outra é a cultura em estufas.
Cultivo de alface pela técnica da hidroponia

            A hidroponia, como o próprio nome sugere, é a cultura sem solo, em que as plantas crescem com suas raízes imersas em uma solução aquosa, contendo os sais minerais necessários. Elas podem se apoiar em uma tela ou outro suporte que permita a circulação constante da solução nutritiva pelas raízes e que garante, também, a aeração. Essa técnica permite realizar o cultivo de inúmeras plantas em locais de solo sem nenhuma fertilidade, podendo ser realizada ao ar livre ou em estufas.

As estufas mantém condições ideais para o crescimento de mudas e flores

            As estufas são construções fechadas, com paredes e teto transparentes ou translúcidos, para que a fotossíntese se realize. As principais vantagens das estufas são a possibilidade de controle da umidade, ventilação e temperatura, além da maior facilidade para combater doenças e impedir o ataque dos insetos. Elas são especialmente úteis para produção de flores e de mudas para reflorestamento, pomares e jardins.


Bibliografia: PEZZI, A; GOWDAK, D. O; MATTOS, N. S. BIOLOGIA Seres Vivos, Anatomia e Fisiologia Humanas, Editora FTD, Coleção Biologia - Volume 2, 1º Edição, São Paulo/2010. 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Relação dos Seres Vivos


RELAÇÃO dos SERES VIVOS

Em um ecossistema, os seres vivos não são independentes, ou seja, mantêm entre si relações que contribuem para a manutenção do equilíbrio da comunidade. Algumas dessas relações são benéficas, chamadas também de harmônicas, em que os seres vivos recebem algum tipo de vantagem Outras, porém, são prejudiciais, as desarmônicas, e podem acarretar inclusive a morte dos indivíduos envolvidos.
Quando as relações ocorrem entre indivíduos da mesma espécie, são ditas intraespecíficas. Quando entre indivíduos de espécies diferentes, interespecíficas.



RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS

MUTUALISMO
Benefício mútuo; no mutualismo as espécie beneficiadas não podem viver separadamente à associação obrigatória.

Ex: Líquens (algas e fungos); Cupins e protozoários; Ruminantes e bactérias;
Plantas leguminosas e Rhizobium;



PROTOCOOPERAÇÃO
Benefício mútuo; porém as espécies beneficiadas podem viver separadamente à associação NÃO – obrigatória.

Ex: Paguro e anêmona; Jacaré e pássaro palito; Agentes polinizadores



COMENSALISMO
Benefício à uma das espécies; eles se alimentam de restos “sobras” alimentares do outro, sem causar qualquer prejuízo.
    Fonte: http://www.escolakids.com/


 Ex: Rêmoras e Hienas

INQUILINISMO
Um ser vivo procura abrigo no outro; sem causar prejuízo ou benefício

 Ex: Peixe Palhaço e Hidra

INQUILINISMO – nos vegetais – é chamado de EPIFITISMO
Comum nas orquídeas e bromélias que vivem sobre galhos das árvores a fim de obter mais luz. Em alguns casos, em que as condições se tornam desfavoráveis, as orquídeas emitem haustórios (raízes sugadoras parasitas). Por esse motivo, a relação passa a ser uma forma de parasitismo


FORESIA
Um organismo que transporta outro;

 Ex: Carrapichos; Agentes que transportam grãos de pólen.


SINFILIA
Um organismo se alimenta da secreção de outros.
Ex: Formigas e pulgões


Ex: Formigas e pulgões 


PREDATISMO
Animais carnívoros matam e devoram outros animais.



HERBIVORISMO
Animais herbívoros devoram plantas inteiras ou parte delas.


 Ex: Gado


PARASITISMO
Indivíduos vivem às custas dos outros, causando prejuízo, geralmente sem levar a morte.



COMPETIÇÃO INTERESPECÍFICA
Seres de espécies diferentes competem pelo mesmo alimento e território.

EX: Florestas



AMENSALISMO
Indivíduo libere uma substancia que inibe o desenvolvimento da outra.

Ex: Pinheiros e eucaliptos



ESCLAVAGISMO
Um organismo escraviza o outro.

EX: Espécies de formigas que capturam larvas de outros formigueiros, para que mais tarde as mesmas realizem trabalho no seu habitat.